Pergunta 1 de 10
Em que estágio digital está o seu SESMT?
8 perguntas sobre o SESMT e 2 sobre a empresa, cerca de 3 minutos. A nota sai na hora.
Para que serve o diagnóstico
Maturidade digital não significa possuir mais tecnologia. Significa utilizar processos, dados e tecnologia para aumentar progressivamente a capacidade de controlar, compreender e antecipar riscos. Cada estágio pede um passo diferente: quem ainda vive de planilhas ganha mais estruturando os registros do que comprando painéis. Saber onde você está evita investir no degrau errado.
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Um retrato com nome
Uma nota de 0 a 100 e um dos 5 estágios, do Analógico ao Preditivo. Um vocabulário simples para falar de maturidade com a diretoria.
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Onde agir primeiro
As 2 dimensões mais fracas, com o risco de ficar onde estão e o próximo degrau de cada uma. Um passo possível, não um projeto grande.
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Argumento para a diretoria
Um resumo com a nota, o radar das 8 dimensões, os próximos passos e o que significa cada estágio, para imprimir ou salvar em PDF.
Sem cadastro para ver a nota. O contato só é pedido se você quiser o diagnóstico completo.
Digitalização de processos
Como são registradas as rotinas de SST, como inspeções, entregas de EPI, treinamentos e investigações?
Integração
Quando ocorre um incidente, quase acidente ou desvio, como a informação chega às pessoas responsáveis por agir?
Automação
Como são acompanhados os planos de ação de Segurança do Trabalho?
Dados e indicadores
Quanto esforço manual é necessário para gerar os indicadores mensais de SST?
Gestão de riscos
Como o inventário de riscos (PGR) acompanha o que muda na operação?
Gestão operacional
Inspeções, incidentes, EPI, treinamentos e exames conversam entre si na rotina do SESMT?
Governança e compliance
Como são controlados ASOs, treinamentos, EPIs e documentos com vencimento?
Inteligência preventiva
A empresa consegue comparar unidades, áreas ou equipes e identificar onde o risco está aumentando?
Sobre a empresa
Qual é o seu cargo?
Sobre a empresa
Quantos colaboradores a empresa tem?
Seu SESMT está no estágio
IMD 0 de 100
Receba o diagnóstico completo
- A leitura completa do seu estágio
- Radar e matriz das 8 dimensões
- Risco e próximo degrau em cada uma
- As 2 prioridades para começar
- Resumo em PDF para a diretoria
Como ler a pontuação
O IMD vai de 0 a 100 e se divide em 5 estágios. Abra cada um para ver o que significa e os principais riscos.
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A gestão de SST ainda depende fortemente de pessoas, documentos, planilhas e controles isolados. A organização consegue executar as rotinas básicas e atender parte das exigências, mas possui baixa rastreabilidade, pouca integração entre processos e dificuldade para produzir rapidamente uma visão confiável da situação. O SESMT trabalha predominantemente de forma reativa: registra o que ocorreu, mas tem capacidade limitada para transformar esses registros em informação para decisão.
Principais riscos: perda ou inconsistência de informações, controles vencidos, falhas de acompanhamento, retrabalho, dependência de pessoas-chave, baixa visibilidade dos riscos e maior exposição a não conformidades.
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A organização já substituiu parte significativa dos controles manuais por registros, sistemas e ferramentas digitais, aumentando a disponibilidade e a rastreabilidade das informações. Entretanto, a digitalização ainda ocorre de forma fragmentada: sistemas, planilhas e bases de dados coexistem, exigindo intervenção humana para consolidar informações e acompanhar processos. A empresa consegue organizar melhor o que aconteceu, mas ainda encontra dificuldade para obter uma visão integrada e atualizada da operação.
Principais riscos: falsa percepção de transformação digital, dados duplicados ou divergentes, excesso de controles paralelos, retrabalho, demora na consolidação de indicadores e decisões baseadas em informações incompletas ou desatualizadas.
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A gestão de SST já possui processos digitais estruturados e começa a conectar dados, sistemas, responsáveis e fluxos de trabalho. A organização consegue acompanhar melhor riscos, ações, evidências e indicadores, reduzindo a dependência de controles paralelos e aumentando a capacidade de gestão. O desafio deixa de ser simplesmente obter a informação e passa a ser extrair inteligência dela: a empresa consegue controlar o que está acontecendo, mas ainda possui capacidade limitada para compreender automaticamente causas, correlações e tendências.
Principais riscos: excesso de dados sem priorização, integração tecnológica sem inteligência gerencial, identificação tardia de tendências, manutenção de análises predominantemente retrospectivas e dificuldade para transformar informação integrada em prevenção.
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A organização utiliza dados integrados não apenas para controlar processos, mas também para compreender causas, correlações, tendências e mudanças no perfil de risco. Indicadores e análises ajudam a identificar áreas, equipes, exposições e processos que apresentam deterioração, permitindo uma atuação preventiva mais direcionada. A gestão passa de “o que está acontecendo?” para “por que está acontecendo?”, mas ainda depende de sinais que já começaram a se manifestar e da interpretação humana para antecipar situações futuras.
Principais riscos: reagir a tendências somente depois de seu surgimento, não perceber sinais fracos, depender excessivamente da interpretação de especialistas, gerar falsos alertas e confundir capacidade analítica com capacidade efetivamente preditiva.
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A maturidade digital passa a apoiar a antecipação de riscos. Dados históricos, exposição, comportamento, operação, desempenho dos controles e outras variáveis são combinados para estimar probabilidades, identificar sinais precoces, simular cenários e direcionar recursos preventivos antes que os eventos ocorram. O SESMT passa a atuar prioritariamente onde a probabilidade e o impacto esperados são maiores, sem substituir o julgamento profissional. Neste estágio, o desafio principal deixa de ser tecnológico e passa a ser a governança da inteligência utilizada.
Principais riscos: baixa qualidade ou viés dos dados, modelos inadequadamente calibrados, falsos positivos ou negativos, excesso de confiança em algoritmos, automatização de decisões que exigem julgamento profissional e perda de eficácia dos modelos ao longo do tempo.
Próximo passo
O caminho até o topo do IMD
Cada degrau depende do anterior. Veja o que o SESMT Digital entrega em cada um.
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Analógico para Digitalizado Seu próximo degrau
Registro no ato
Ficha de EPI assinada no celular do colaborador, com foto e o CA preenchido pela base do MTE; inspeção com fotos; APR, PET, DDS e treinamentos em meio digital; importação das planilhas que você já usa.
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Digitalizado para Integrado Seu próximo degrau
Uma base só, com prazo
Cadastro único de colaboradores, setores e GHE para todos os módulos; um plano de ação 5W2H que recebe os desvios de inspeção, EPI, APR, PET, acidente, CIPA e simulado; avisos no sistema e no celular antes de CA, laudo, treinamento e prazos vencerem.
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Integrado para Inteligente Seu próximo degrau
Indicadores que apontam onde agir
Painéis com a recorrência dos desvios, os planos atrasados, o custo de EPI por setor, a conformidade de treinamento e as taxas de frequência e gravidade dos acidentes; investigação de acidente concluída só com a causa raiz.
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Inteligente para Preditivo Seu próximo degrau
Histórico para antecipar
Cada registro com data, hora, responsável e evidência, sob as mesmas regras desde o primeiro dia: o histórico consistente que análises de tendência e modelos preditivos exigem.
Feito por quem viveu o SESMT
O SESMT Digital nasceu com profissionais que construíram a carreira em SESMT nas maiores distribuidoras de energia do país, como a Enel. Por isso as regras do sistema são as checagens que um técnico experiente faz de memória: CA conferido na entrega, APR liberada só com todas as assinaturas, PET liberada só com as travas cumpridas e prazo para cada desvio.